A principal criptomoeda do mercado, o Bitcoin, está cotada na manhã desta sexta-feira (28) em US$ 85 mil. A alta recente do Bitcoin não se manteve e ao invés de um teste na casa dos US$ 90 mil, houve uma queda que pôs em risco o suporte de US$ 85 mil.
O mercado tem reagido aos reflexos da economia mundial, se mostrando sensível às políticas monetárias definidas pelas principais economias, principalmente os Estados Unidos. Nesse ponto, a macroeconomia deu sinais positivos, com a apresentação do PIB dos Estados Unidos em recuo.
Porém, a queda foi mais tímida do que o mercado esperava, trazendo sinais mistos ao mercado cripto, que de modo geral, mostrou recuo nesta sexta-feira.
Pensando em cenário nacional, essa semana houve a divulgação de uma ampla pesquisa, realizada pela Datafolha e Paradigma Education, chamada “Primeira Pesquisa Nacional das Criptomoedas”, trazendo mais detalhes sobre o número de participantes do mercado e o perfil dos investidores brasileiros.
O material revela que 25 milhões de brasileiros investem ou já investiram em criptomoedas. Esse número corresponde a 16% da população com mais de 16 anos, e posiciona o Brasil entre os 10 maiores mercados consumidores de criptoativos do mundo.
Em termos de preferências, as criptomoedas estão entre os 5 investimentos mais populares do Brasil. À sua frente temos fundos de Investimentos, dinheiro vivo, imóveis, e na primeira colocação, poupança.
A pesquisa revelou que as regiões Norte e Centro-Oeste são as mais interessadas em criptomoedas, tendo uma adoção de 19,6% e 17,1%, respectivamente, e que o Bitcoin continua predominando no mercado.
Nas últimas 24 horas o valor de mercado das criptomoedas apresentou recuo de 1,57%, chegando ao valor de US$ 2,84 trilhões.
O volume de negociação por sua vez, registrou alta no mesmo período, indo para US$ 79,39 bilhões, um avanço de 2,45%, de acordo com dados do CoinMarketcap

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