O Bitcoin (BTC) mais uma vez renovou seu recorde de preço na terça-feira (17) ao atingir um topo de US$ 108.135.
A moeda vinha apresentando movimento constante de valorização desde o dia 10 de dezembro, acumulando novos recordes de preço, e uma expectativa que alcançasse os US$ 110 mil.
Foi quase.
Após estabelecer nova ATH, o BTC começou a recuar, em um momento que coincidiu com o anúncio do Federal Reserve (FED), o Banco Central dos EUA, sobre o ajuste da taxa de juros do país.
Após a reunião, que ocorreu na quarta-feira (18), o (Fed) anunciou corte de 0,25 ponto percentual nas taxas de juros, confirmando as expectativas de mercado (98% dos analistas apostavam nessa queda, de acordo com a ferramenta FedWatch).
No entanto, a reação do mercado cripto não foi a esperada. O Bitcoin ampliou suas perdas, e segue até essa sexta em forte correção de quase 15%, sendo cotado no momento dessa redação, a US$ 92 mil.
Outro fator que pode ter acelerado a queda foi o comentário do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, de que a instituição não planeja manter Bitcoin como reserva.
O restante do mercado não digeriu bem a notícia, e seguiu o movimento de queda da principal moeda.
Esse momento pode ser visto com receio por parte dos investidores, mas abre possibilidades de novos investimentos no mercado, com preços mais atrativos, colocando as estratégias dos players à prova.
Nas últimas 24 horas o valor de mercado das criptomoedas apresentou retração de 11,87%, chegando ao valor de US$ 3,13 trilhões.
O volume de negociação, por sua vez, registrou alta no mesmo período, indo para US$ 324,3 bilhões, um aumento de 22,91%, de acordo com dados do CoinMarketcap.
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