Na semana em que o Bitcoin Pizza Day completou 15 anos, o BTC atingiu sua maior cotação de todos os tempos: US$ 111.970.
O recorde foi registrado em 22 de maio de 2025, data simbólica que marcou a primeira transação da criptomoeda como meio de pagamento — quando 10.000 BTC foram trocados por duas pizzas, em 2010.
O novo marco reforça o amadurecimento do mercado cripto.
Ao contrário de picos anteriores, o atual ciclo apresenta sinais de maior consistência, como taxas de financiamento mais baixas no mercado de futuros e fluxos modestos para ETFs, o que aponta menor influência da especulação.
Além disso, indicadores mostram que a maioria dos investidores de varejo ainda está fora do mercado, sugerindo que o rali atual está sendo sustentado por players mais experientes e menos emocionais.
Segundo analistas, esses padrões podem sinalizar que a valorização do BTC ainda está só começando.
Por outro lado, essas movimentações geram uma pergunta: se os ETFs e o varejo ainda não puxaram essa alta, quem está comprando? Há especulações de que grandes empresas ou fundos estejam acumulando Bitcoin de forma discreta, o que deixa espaço aberto para novas ondas de valorização caso o interesse institucional se intensifique.
Enquanto isso, a comunidade celebrou com entusiasmo o Bitcoin Pizza Day, relembrando o gesto pioneiro de Laszlo Hanyecz, que pagou 10.000 BTC por duas pizzas e provou, lá em 2010, que o Bitcoin podia ser usado como dinheiro.
Hoje, com a moeda valendo mais de US$ 111 mil, a data não poderia ser mais simbólica.
Nas últimas 24 horas o valor de mercado das criptomoedas apresentou queda de 1,31%, chegando ao valor de US$ 3,46 trilhões.
O volume de negociação também registrou baixa no mesmo período, indo para US$ 170,6 bilhões, um recuo de 16,87%, de acordo com dados do CoinMarketcap.
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