O relatório “The State of LATAM Crypto Markets – 2025”, da Kaiko Research, revela que o USDT (Tether) e o Bitcoin seguem como os criptoativos mais negociados no Brasil e na América Latina, juntos representando mais da metade dos US$ 16,2 bilhões movimentados no país em 2025. A dominância das stablecoins continua crescendo — o USDT, por exemplo, saltou de 26% para 47% do volume negociado desde o início de 2024 — impulsionada principalmente pelo uso em remessas internacionais e pela busca por proteção contra a volatilidade econômica.
Outro destaque do relatório é o enfraquecimento do XRP, que perdeu espaço para o Ethereum e até mesmo para a Solana em mercados como Brasil e Argentina. Enquanto isso, as memecoins vêm ganhando força na região, com Dogecoin e Pepe entrando no Top 10 de ativos mais negociados. Essas moedas superaram em volume outras altcoins tradicionais como Cardano e BNB, refletindo um aumento no apetite ao risco entre os investidores latinos durante o atual ciclo de alta do mercado cripto.
Por fim, o estudo aponta diferenças relevantes entre os padrões de negociação nas exchanges globais e regionais. Nas plataformas locais, há maior diversidade de ativos negociados, enquanto as globais concentram o volume em poucos tokens.
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