Servir não é submeter-se, é se colocar à disposição do outro com empatia, respeito e generosidade. Em um mundo cada vez mais voltado para o individualismo, lembrar que nossa existência ganha sentido quando deixamos marcas positivas na vida de alguém é um ato revolucionário.
Servir é ouvir com atenção. É estender a mão sem esperar aplausos. É usar nossos dons — sejam eles simples ou extraordinários — para tornar o caminho do outro menos árduo. O médico que cura, o professor que inspira, o voluntário que doa seu tempo, o amigo que oferece silêncio e presença... todos são exemplos vivos de que o serviço é a linguagem do amor em ação.
Viver apenas para si é sobreviver. Mas viver para o outro é florescer. É aí que a vida ganha plenitude.




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