O Brasil está entre os países que mais têm avançado na adoção de stablecoins. Apenas em maio, o volume negociado de Tether (USDT), a maior stablecoin atrelada ao dólar, ultrapassou os R$ 6,63 bilhões, segundo dados da plataforma Biscoint.
O movimento reforça o papel crescente dessas moedas digitais como ponte entre o real e o sistema financeiro global.
Para Sarah Uska, analista de criptoativos do Bitybank, o uso de stablecoins já vinha em alta mesmo antes das recentes alterações no IOF. “Mesmo com o dólar em queda, as stablecoins continuam atrativas por manterem os benefícios do dinheiro fiduciário, com vantagens como menos custos, menos intermediários e mais agilidade”, explica.
A tendência não é apenas local. De acordo com levantamento da Forbes, o valor de mercado das stablecoins já ultrapassou US$ 237 bilhões em escala global. A crescente adoção reforça a visão de que esses ativos serão cada vez mais parte da infraestrutura financeira do futuro digital.
A expansão do setor também tem atraído investimentos relevantes. A Tether, emissora do USDT, firmou uma parceria com a empresa Adecoagro para iniciar operações de mineração de Bitcoin no Brasil, utilizando energia sustentável.
A estratégia visa monetizar a energia produzida e ao mesmo tempo ganhar exposição ao BTC como reserva de valor.
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