O Brasil se tornou o maior emissor de pagamentos em criptomoedas com destino aos Estados Unidos na América Latina, segundo um estudo da Reown.
A pesquisa analisou mais de 300 milhões de sessões na WalletConnect e ouviu mais de mil usuários para entender o comportamento dos consumidores no uso de stablecoins e outros ativos para transferências financeiras.
De acordo com o relatório, o uso de stablecoins como USDC e USDT domina as operações, principalmente em remessas, pagamentos entre empresas e no setor de freelancers. O principal atrativo para os brasileiros são as taxas reduzidas: enquanto transferências internacionais tradicionais chegam a cobrar entre 6% e 9%, as transações onchain ficam entre 0,5% e 3%.
Outro dado que reforça essa tendência é o crescimento no número de carteiras com stablecoins, que já supera as que possuem o token SOL da Solana. Hoje, 38% das carteiras armazenam stablecoins, contra 37% com SOL, o que coloca esse tipo de ativo atrás apenas de Ethereum (48%) e Bitcoin (63%) em popularidade.
Para Jess Houlgrave, CEO da Reown, a verdadeira adoção em massa das criptomoedas não virá da especulação ou do day trade, mas do uso cotidiano como meio de pagamento.
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