O Chainlink (LINK) teve uma semana explosiva, acumulando alta de 40% e retornando ao radar dos investidores. Segundo a empresa de análise Santiment, este é o “nível mais alto de otimismo” em relação ao projeto desde fevereiro, impulsionando o token a US$ 22,48. Apesar do rali, o preço ainda está distante de sua máxima histórica de maio de 2021, de US$ 52,88. O movimento de alta é sustentado por uma combinação de fatores. Entre eles, o forte aumento nas transações de grandes investidores, que atingiram o maior patamar em sete meses, e parcerias estratégicas que ampliam a presença do Chainlink em soluções de dados para o mercado cripto. Outro motor desse rali é o Chainlink Reserve, um programa criado para incentivar a retenção de tokens no longo prazo. A iniciativa acompanha o avanço do setor de ativos do mundo real (RWA) tokenizados, que movimenta bilhões e se firma como uma das tendências do ecossistema cripto. Em agosto, o programa recebeu um aporte expressivo: no dia 14, foram adicionados 44.109,76 LINK (cerca de US$ 1,03 milhão) à reserva, elevando o saldo total para 109.661,68 LINK, avaliados em aproximadamente US$ 2,4 milhões. | |
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