O mês de julho foi histórico para o Bitcoin, que fechou o período cotado a US$ 115.644, seu maior fechamento mensal em 16 anos, segundo dados do CoinGecko.
Para a analista Rachael Lucas, da BTC Markets, esse marco reforça a força e a maturidade do mercado cripto, mesmo diante de um cenário global desafiador.
No entanto, agosto começou com instabilidade.
Uma nova ordem executiva do presidente dos EUA, Donald Trump, assinada em 31 de julho, trouxe de volta o debate sobre tarifas globais. A medida, que impõe novas alíquotas alfandegárias com vigência a partir de 7 de agosto, impactou os mercados, inclusive o de criptoativos.
Após a decisão do Federal Reserve de manter os juros, o Bitcoin chegou a subir para quase US$ 119 mil. No entanto, o anúncio de Trump provocou um recuo acentuado, levando a criptomoeda a uma mínima de US$ 114.400.
Na manhã de sexta-feira (1º), o BTC era negociado a US$ 114,8 mil, acumulando queda de cerca de 3%.
Os ETFs de Bitcoin nos EUA registraram saídas líquidas de US$ 114,83 milhões, enquanto o índice altseason, que acompanha as 100 maiores altcoins, também refletia fluxo de saída de capital.
Além disso, analistas destacam uma disputa entre baleias realizando lucros e investidores de longo prazo em processo de acumulação. Segundo a CryptoQuant, o atual movimento marca a terceira grande onda de realização de lucros desde meados de 2024.
Apesar do momento de correção, a expectativa de muitos é que essa seja uma nova fase de acumulação, com potencial de levar o Bitcoin a novos recordes ainda em 2025.
Nas últimas 24 horas o valor de mercado das criptomoedas apresentou queda de 2,46%, chegando ao valor de US$ 3,77 trilhões.
Já o volume de negociação, por sua vez, registrou aumento no mesmo período, indo para US$ 198,66 bilhões, um avanço de 18,83%, de acordo com dados do CoinMarketcap.
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