O Bitcoin iniciou esta sexta-feira (26) em queda, cotado a US$ 109 mil. Em reais, a moeda segue abaixo dos R$ 600 mil.
A baixa foi marcada por saídas expressivas dos ETFs de BTC à vista, liquidações no mercado de derivativos e fatores macroeconômicos que aumentaram a pressão sobre os preços.
O ponto de maior impacto veio dos ETFs, que registraram saída líquida de US$ 258 milhões em apenas um dia, segunda plataforma de análise SoSoValue. Essa retração enfraqueceu a pressão compradora, fundamental para manter a criptomoeda em patamares mais altos.
O movimento ganhou força com a atuação de traders algorítmicos e fundos quantitativos, que intensificaram vendas automáticas quando o suporte de US$ 110 mil foi perdido.
A pressão se ampliou com um “long squeeze” (quando uma queda repentina no preço incita mais vendas, pressionando os detentores de longo prazo) no mercado de derivativos, levando a liquidações em massa de posições compradas.
Esse cenário elevou o Índice de Medo e Ganância para 32 pontos, sinalizando um mercado dominado pela cautela e pelo receio.
Apesar da turbulência, analistas ressaltam que o Bitcoin se encontra em uma região técnica decisiva. O ativo estaria próximo ao ápice de um triângulo simétrico, padrão gráfico que historicamente precede movimentos expressivos. Isso abre espaço tanto para uma nova correção quanto para um rali de recuperação, caso os fluxos institucionais voltem a dar suporte.
Para especialistas, a retração é natural dentro dos ciclos do Bitcoin e pode preparar o terreno para novas altas nos próximos meses, à medida que fatores macroeconômicos se estabilizam e investidores institucionais retornam ao mercado.
Esse momento de queda atual também pode representar uma oportunidade para alocar novas posições a menores preços.
Nas últimas 24 horas, o valor de mercado das criptomoedas apresentou queda de 1,47%, chegando ao valor de US$ 3,75 trilhões.
Ganhe Cashback de até 10% de todas as suas compras



.png)

Nenhum comentário:
Postar um comentário