O mercado de criptomoedas voltou a ganhar atenção após os dados mais recentes sobre o emprego nos Estados Unidos.
O relatório de agosto mostrou a criação de apenas 22 mil vagas, muito abaixo das 75 mil esperadas, enquanto a taxa de desemprego subiu para 4,3%, o maior nível desde 2021.
Esses números reforçaram a preocupação com a saúde da economia norte-americana e aumentaram a busca por ativos alternativos, como o Bitcoin (BTC). A criptomoeda chegou a superar os US$ 113 mil, em movimento de recuperação diante do enfraquecimento do mercado de trabalho.
As revisões negativas dos relatórios anteriores intensificaram o pessimismo. Especialistas apontam causas como o impacto das tarifas impostas pelo governo Trump e os efeitos disruptivos da inteligência artificial sobre determinados setores.
Nesse cenário, o Bitcoin tem reforçado sua atratividade como ativo de proteção macroeconômica, especialmente quando a confiança em fundamentos tradicionais se fragiliza.
Para muitos investidores, o BTC vem se consolidando como uma alternativa diante das incertezas globais.
Ainda assim, o mercado cripto segue em busca de estabilidade, aguardando próximos movimentos da política monetária e possíveis cortes de juros nos EUA, que podem ditar o ritmo da valorização dos ativos digitais.
Nas últimas 24 horas, o valor de mercado das criptomoedas apresentou alta de 0,92%, chegando ao valor de US$ 3,82 trilhões.
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