Na última semana, o Bitcoin sofreu uma retração expressiva: partindo de valores de cerca de US$ 122.500, despencou para patamares próximos a US$ 104.600 em um “crash relâmpago” impulsionado por declarações de imposição de tarifas comerciais pelos EUA contra a China. No período, houveram liquidações massivas que amplificaram o movimento de queda.
Nesta sexta, 17 de outubro de 2025, o Bitcoin teve nova pressão de baixa, após se manter na faixa de US$111.000 no decorrer da semana: caiu cerca de 4% nas últimas 24 horas, sendo cotado em US$ 106 mil em meio a um ambiente de aversão ao risco alimentado por tensões comerciais persistentes e preocupações com crédito em bancos regionais americanos.
Esse comportamento evidencia que o Bitcoin — mesmo pressionado — segue sob forte influência dos fatores macroeconômicos e geopolíticos, com os analistas mais cautelosos avaliando que poderá haver novas correções caso não surjam catalisadores positivos.
Por outro lado, alguns analistas mantêm otimismo estrutural no médio prazo, apostando em continuidade de demanda institucional, aportes via ETFs e recuperação global de apetite por risco.
Nas últimas 24 horas, o valor de mercado das criptomoedas apresentou queda de 2,93%, chegando ao valor de US$ 3,59 trilhões.
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