O Bitcoin voltou a escorregar abaixo dos US$ 100 mil pela segunda vez nesta semana, reacendendo o alerta entre investidores sobre a possibilidade de um fechamento positivo para o ano. A criptomoeda tem operado de forma lateral desde a liquidação recente, enquanto o mercado tenta entender até onde vai essa pressão e se ainda existe espaço para uma reação nas próximas semanas.
🌐 Cenário macro desafia o mercado cripto
A queda do BTC ganhou força diante de um cenário macroeconômico desafiador. A guerra comercial entre Estados Unidos e China, que voltou ao centro do noticiário, tem pesado diretamente no apetite ao risco global. Além disso, a paralisação do governo americano é citada por analistas como outro fator de cautela, reduzindo a liquidez e deixando o mercado cripto mais vulnerável a correções.
📉 BTC precisa subir 10% para fechar o ano no verde
Apesar das turbulências, o consenso entre especialistas não é de pessimismo total. Parte dos analistas segue confiante de que o Bitcoin pode encerrar o quarto trimestre em alta. Para isso, a criptomoeda precisaria avançar ao menos 10% e retornar à região dos US$ 114 mil — patamar que marcaria um fechamento positivo do período.
Essa virada, no entanto, dependeria de uma melhora nas condições macroeconômicas. Entre os fatores que poderiam impulsionar o BTC estão cortes de juros pelo Federal Reserve, um dólar menos forte e uma retomada consistente do apetite institucional.
📊 Indicadores ainda sugerem interesse estrutural
Nesse contexto, a acumulação de posições de longo prazo e o fluxo nos ETFs seguem como indicadores importantes. Até agora, esses sinais continuam sugerindo que o interesse estrutural pelo Bitcoin permanece vivo, mesmo diante da volatilidade.
Nas últimas 24 horas, o valor de mercado das criptomoedas apresentou alta de 3,79%, alcançando US$ 3,47 trilhões — um movimento que reforça a resiliência do setor em meio às incertezas.


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