📉 Manhã turbulenta: O Bitcoin (BTC) iniciou a sexta-feira (11) em queda, chegando a romper o suporte dos US$ 77 mil. O motivo? Novos dados de inflação nos EUA que deixaram os investidores em alerta.
📈 Recuperação rápida: Apesar da pressão inicial, o BTC mostrou força e reverteu as perdas. Com alta de cerca de 2%, voltou a rondar os US$ 80 mil, sinalizando que a demanda segue firme mesmo em meio ao cenário macroeconômico incerto.
🔥 O gatilho da volatilidade:
O PPI (Índice de Preços ao Produtor) avançou 5,4% em agosto na comparação anual, acima dos 5,1% esperados.
Esse dado reforçou a percepção de inflação persistente, impulsionada pela valorização do petróleo.
Resultado: mais dúvidas sobre os próximos passos do Federal Reserve (Fed).
💵 Impacto nos Treasuries:
O rendimento do título americano de 10 anos se aproximou de 5%.
O de 30 anos atingiu níveis não vistos há quase duas décadas.
Juros mais altos reduzem o apetite por ativos de risco (como o BTC) e encarecem posições alavancadas.
📅 Próxima parada: reunião do Fed (15 e 16 de setembro):
Economistas apostam na manutenção dos juros.
Operadores, porém, precificam um cenário mais duro.
O desempenho do Bitcoin nos próximos dias dependerá dessa disputa entre inflação, juros e apetite por risco.
🌐 Mercado cripto em alta: Nas últimas 24 horas, o valor de mercado das criptomoedas subiu 0,64%, alcançando US$ 2,64 trilhões.
👉 Em resumo: o BTC mostrou resiliência, segurou a pressão da inflação e segue firme perto dos US$ 80 mil. O jogo agora está nas mãos do Fed e da reação dos investidores.

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